sexta-feira, 29 de agosto de 2014

COMO VOU VOTAR?

Muitos amigos vem me perguntando como eu vou votar nessas eleições e eu confesso que ainda estou avaliando. A verdade é que tentei decidir meu voto avaliando propostas, mas já me desgastei tanto em analisar a viabilidade delas que parei de tentar, pois, é impossível chegar a uma conclusão. 
Depois passei a buscar a linha ideológica, mas percebi que isso só existe na base, onde os "militontos" se digladiam em nome de algo que não existe mais. A maioria dos candidatos são "bipolares" nesse sentido, alguns, inclusive, são até "tripolares", portanto, outro viés de análise perdido.
Então parti para uma análise mais metódica, e passei a ver de um modo geral a história do candidato, seu perfil e formação, suas alianças, sua índole, a imagem que ele transparece e o que podemos esperar dele, ou dela e ignorei por completo o seu partido ou sua linha ideológica, pois percebi que nenhum realmente me representava.
Como sou radicalmente contra o voto nulo ou branco, passei a buscar algo que me identificasse nos candidatos e conclui que toda eleição é dividida em "continuísmo" ou "mudança" e a qualidade disso é que faz a diferença, pois o que está bom não precisa mudar, o que está ruim tem que mudar e o que está mais ou menos tem que ser avaliado.
Para presidente, votaria no Eduardo, mas o acidente fez meu voto cair no colo da Marina, pois ainda a vejo como a melhor alternativa para a presidência. Também ainda acho que o governador tem que ser mantido, pois apesar dos pesares, para nossa cidade o governador Alckmin vem bem e não vejo qualidade nos outros candidatos para arriscar mudança. O senador Suplicy também é o meu favorito,pois sou fã do trabalho dele.
Resumindo, provavelmente votarei em 40, 45, 131...vê se pode?
Isso serve para mostrar que não me prendo a ideologias, mesmo por que estão praticamente extintas na prática e não cabe ao eleitor decidir por elas, pelo menos é o que vejo
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