sexta-feira, 29 de agosto de 2014

QUANTO PIOR, MELHOR?

Meus amigos e minhas amigas, nossa cidade, assim como 90% das cidades brasileiras, enfrenta dificuldades na área de saúde. Temos poucos profissionais, temos profissionais desmotivados e temos problemas estruturais que vêm sendo corrigidos ao longo desses últimos vinte meses. Não posso vir aqui e querer persuadir alguém de que esteja tudo perfeito, pois não está e o governo municipal sabe disso. E é justamente nesse ponto que podemos ter a perspectiva de que esses erros estão sendo corrigidos e que vamos evoluir.
Acredito que seja "chover no molhado" reafirmar que esses problemas na saúde não surgiram de 2013 para cá. Eles vêm aparecendo e foram alimentados por longo tempo com soluções paliativas que não resolviam o problema, apenas o maquiava. A maior e mais pomposa dessas maquiagens foi a construção oportunamente adiada por duas vezes, para garantir a eleição do ex-prefeito, do nosso belo Hospital de Clínicas.
Mas, o que deve importar à população é que o governo municipal atual está a apenas vinte meses administrando a cidade e vem lutando arduamente para corrigir os graves erros cometidos anteriormente. Já foi aberto concurso público para contratação de médicos, enfermeiros e outros profissionais da área de saúde. Já está sendo cobrado de forma incisiva pelo governo a melhoria no atendimento no hospital e nos postos de saúde. Já foram implementados programas como o "Melhor em casa", o Mutirão da Catarata, o Saúde Bucal, foram comprados aparelhos de última geração para atendimento à população, além de ampliação dos serviços de fisioterapia e ultrassom e nessa semana foi adquirida a primeira UTI Móvel da história da nossa cidade.
Como disse, apesar de tudo isso, ainda há muito em que melhorar, mas o grande x dessa questão é que um pequena parcela de nossos cidadãos ainda insiste em ver o "copo meio vazio". A impressão que dá é que para esses a filosofia oposicionista e covarde do "quanto pior, melhor" lhes cega e não deixa ver os avanços e as conquistas para nossa população.
Que sentido existe em criticar o fato de a cidade adquirir uma ambulância com UTI que pode salvar milhares de pessoas ao longo do tempo? Como disse, temos que melhorar o atendimento na saúde, mas isso não significa que temos que ignorar as ações positivas que estejam ao alcance da cidade ou devemos esquecer tudo só por que um grupo de oposicionistas tem "outras prioridades". É fácil exigir as coisas quando não se tem a responsabilidade de equilibrar um orçamento que vem minguando há anos. E olha que fomos governados por dois médicos por dezesseis anos, mas na época as críticas eram menos "agressivas", por quê será?